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25 maio 2009

DN/Parlamento Europeu: Quem dá nas vistas é quem mais trabalha?

Sábado na RTPN, dizia o Francisco Assis, eurodeputado pelo PS: «acho indecoroso que se ande a comparar a metro o trabalho dos eurodeputados», ao que logo o representante do PSD responde: «concordo, não é a metro que se vê o trabalho». Pois é… o problema é que 30% do trabalho dos eurodeputados portugueses foi feito pela CDU, e por isso, desta vez, não se podem usar os números que o PS (e o PSD) tanto gostam! Nestes números não dá para apagar ou acrescentar, como nos números dos desempregados, não é?

E também não vale a pena reduzir as coisas aos «metros», porque os conteúdos do trabalho da CDU no Parlamento Europeu também dão conta da defesa intransigente dos interesses dos portugueses no PE.

 

Os actuais eurodeputados portugueses:

http://www.europarl.europa.eu/members/public/geoSearch/search.do?country=PT&language=PT

 

Passem os olhos no trabalho da Ilda Figueiredo, não precisam ver todas as 732 intervenções ou as 504 perguntas, mas dá para ver o conteúdo do que lá andamos a defender.

 

http://www.europarl.europa.eu/sidesSearch/search.do?type=QP&language=PT&term=6&author=4466

 

http://www.europarl.europa.eu/sidesSearch/search.do?type=CRE&language=PT&term=6&author=4466

 

Uns e outros, claro.

 

(adaptado do email do Eduardo D.)

20 maio 2009

Marcha CDU - Sábado - Participa, inscreve-te nos autocarros!

"Uma Marcha que é um sinal de esperança, de confiança num futuro melhor, construída por aqueles homens, mulheres e jovens do seu próprio tempo, construtores do presente e do futuro", Jerónimo de Sousa

Marcha CDU, 23 de Maio, 15h00, Saldanha-Marquês de Pombal

Autocarros em Alhandra, Alverca, Bom Sucesso, Castanheira, Forte da Casa, Póvoa de Santa Iria, São João dos Montes, Sobralinho, Vila Franca de Xira, Vialonga.

Mais informações (hora de partida e local) ou inscrições nos Centros de Trabalho do PCP ou pelo telefone 91 104 85 99.

Participa, o futuro somos NÓS que o construímos. Para uma vida melhor!

Os grandes temas da Europa


Deparei-me há dias com o site euprofiler.eu, de um instituto com o nome European University Institute, que se propõe traçar um «perfil político» de cada utilizador mediante as suas opiniões sobre os grandes temas da Europa.

Apesar de ter inúmeras críticas a apontar, como os modos de fraseamento das perguntas base do perfil, ou a possibilidade de interpretação errada de respostas simplistas, foi no entanto uma experiência de consolidação das minhas convicções políticas àcerca desses grandes temas, assim como reforçou a minha confiança de sempre no projecto político do PCP, enquanto partido organizador da luta por uma sociedade mais justa, e da CDU, enquanto plataforma alargada de opiniões e pontos de vista.

Estes são também os temas que a sociedade devia discutir nesta campanha, porque são algumas destas respostas que condicionarão a forma como a União Europeia irá ser governada, e, consequentemente, a forma como Portugal será governado. As políticas do Parlamento Europeu serão aplicadas a todos os Estados membro, e por isso, também a Portugal.

Como responde a CDU a esses grandes temas? O que defenderão os seus deputados? 

Eis as respostas, simples e directas, numa escala que vai de “Discordo Completamente” até ao “Concordo Plenamente”:

Tema:Estado-providência, família e saúde

EUPROFILER.EU: Os programas sociais  deviam ser mantidos mesmo que isso implique o aumento dos impostos
CDU: Concordo completamente

EUPROFILER.EU: Devia haver um esforço maior para privatizar os serviços de saúde em Portugal
CDU: Discordo completamente 

EUPROFILER.EU: Os subsídios estatais para infantários e cuidados à infância deviam ser substancialmente aumentados
CDU: Concordo completamente

Tema: Migração e imigração

EUPROFILER.EU: As políticas de imigração orientadas para trabalhadores qualificados deviam ser encorajadas como meio de promover o crescimento económico
CDU: Discordo completamente

EUPROFILER.EU: A imigração para Portugal devia tornar-se mais restritiva?
CDU: Discordo completamente

EUPROFILER.EU: Devia exigir-se que os imigrantes de fora da Europa aceitem a nossa cultura e valores
CDU: Tendo a discordar

Tema: Sociedade, religião e cultura

EUPROFILER.EU: A legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo é uma coisa boa
CDU: Concordo completamente

EUPROFILER.EU: Os princípios e valores religiosos deviam ser mais respeitados pela política
CDU: Discordo completamente

EUPROFILER.EU: A descriminalização do uso pessoal de drogas leves é bem-vinda
CDU: Concordo completamente

EUPROFILER.EU: A eutanásia devia ser legalizada
CDU: Neutro

Tema: Finanças e impostos

EUPROFILER.EU: A despesa pública devia ser reduzida para permitir a descida dos impostos
CDU: Discordo completamente

EUPROFILER:EU: A UE devia passar a ter o poder de aumentar os impostos
CDU:Discordo completamente

EUPROFILER.EU: Os governos deviam ajudar os bancos em falência com dinheiros públicos
CDU: Tendo a discordar

Tema: Economia e trabalho

EUPROFILER.EU: Os governos deviam reduzir os regulamentos de protecção dos trabalhadores para combater o desemprego
CDU: Discordo completamente

EUPROFILER.EU: A UE devia reduzir drasticamente os subsídios aos agricultores europeu
CDU: Tendo a discordar

Tema: Meio ambiente, transportes e energia

EUPROFILER.EU: As fontes de energia renováveis (tais como a energia solar ou eólica) deviam ser apoiadas mesmo que isso implique maiores custos
CDU: Concordo completamente

EUPROFILER.EU: A utilização de transportes públicos devia ser promovida através dos chamados impostos verdes (como, por exemplo, o imposto de circulação)
CDU: Tendo a concordar

EUPROFILER.EU: As políticas de combate ao aquecimento global deviam ser encorajadas mesmo que isso tenha custos no crescimento económico ou no desemprego
CDU: Tendo a concordar 

Tema: Lei e ordem

EUPROFILER.EU: Na luta contra o terrorismo deviam ser aceites restrições às liberdades civis
CDU: Discordo completamente

EUPROFILER.EU: Os criminosos deviam ser punidos mais severamente
CDU: Neutro 

Tema: Política externa

EUPROFILER.EU: Em assuntos de política externa, como por exemplo nas relações com a Rússia, a UE devia falar a uma só voz
CDU: Discordo completamente

EUPROFILER.EU: A UE devia reforçar a sua política de segurança e defesa
CDU: Discordo completamente

Tema: Integração Europeia

EUPROFILER.EU: A integração europeia é uma coisa boa
CDU: Tendo a discordar

EUPROFILER.EU: Portugal está muito melhor dentro da União Europeia do que fora dela
CDU: Tendo a discordar

EUPROFILER.EU: A União Europeia devia ser alargada à Turquia
CDU: Sem opinião

EUPROFILER.EU: Deviam ser dados mais poderes ao Parlamento Europeu
CDU: Discordo completamente

EUPROFILER.EU: Cada estado-membro da UE devia ter menos poder de veto
CDU: Discordo completamente

EUPROFILER.EU: Qualquer novo Tratado Europeu devia ser sujeito a aprovação através de referendo em Portugal
CDU: Concordo completamente

Tema: Perguntas específicas para Portugal

EUPROFILER.EU: A regionalização devia ser implementada em Portugal
CDU: Concordo completamente

EUPROFILER.EU: Nos próximos anos, o governo português devia investir em grandes infra-estruturas, como o TGV e o novo aeroporto de Lisboa
CDU: Concordo completamente

 

Todas estas respostas foram elaboradas pelo EUI, baseando-se no programa eleitoral da CDU para as últimas eleições, bem como no programa eleitoral doPCP.

Espero que vos sirva tão bem como me serviu, este «sumarizar» de ideias que são linhas mestras de uma ideologia que persegue o sonho de uma sociedade melhor.

Este post foi também publicado no Cheira-me a Revolução! como início da participação do Abruzolhos naquele colectivo blogosférico.

08 maio 2009

Intelectuais Comunistas lançam Manifesto

Nas eleições para o Parlamento Europeu do próximo dia 7 de Junho não são apenas diferentes e divergentes projectos que estão em disputa. São diferentes e divergentes rumos para a UE e, sobretudo, concepções políticas cuja origem histórica radica no confronto secular entre duas faces da Europa: a Europa opressora, exploradora, retrógrada e imperialista, e a Europa do progresso e da luta emancipadora dos trabalhadores e dos povos.

 

Ler o Manifesto em PDF

30 abril 2009

O controlo da Internet pelo capitalismo selvagem

VOTAÇAO NO PARLAMENTO EUROPEU NO DIA 5 DE MAIO DE 2009

Não deixe que o parlamento europeu lhe feche a internet... não haverá
volta atrás!

Aja agora!

O acesso à internet não é condicional

Todos os que têm um site, blog bem como todos aqueles que usam o
Google ou o Skype, todos aqueles que gostam de expressar as suas
opiniões livremente, investigarem do modo que entendem seja para
questões pessoais, profissionais ou académicas, todos os que fazem
compras online, fazem amigos online, ouvem música ou vêm videos...

Milhões de europeus dependem da internet quer seja directa ou
indirectamente no seu estilo de vida. Tirá-la, limitá-la, restringi-la
ou condicioná-la, terá um impacto directo naquilo que fazemos. E se um
pequeno negócio depender da internet para sobreviver, torná-la
inacessível num período de crise como o que vivemos não pode ser bom.

Pois a internet que conhecemos está em vias de extinção através das
novas regras que a União Europeia quer propôr no final de Abril.
Segundo estas leis, os provedores de serviço, ou seja as empresas que
nos fornecem a internet, PT, Zon, Clix entre muitas outras, vão poder
legalmente limitar o número de websites que visitamos, além de nos
poderem limitar o uso ou subscrição de quaisquer serviços que
queiramos de algum site.

As pessoas passarão a ter uma espécie pacotes de internet parecidos
com os da actual televisão. Será publicitada com muitos "novos
serviços" mas estes serão exclusivamente controlados pelo fornecedor
de internet, e com opções de acesso a sites altamente restringidas.

Isto significa que a internet sera empacotada e a sua capacidade de
aceder e colocar conteúdo será severamente restringida. Criará pacotes
de acessibilidade na internet, que não se adequam ao uso actual que
damos à internet hoje.

A razão é simples...

Hoje a internet permite trocas entre pessoas que não são controladas
ou promovidas pelo intermediário (o estado ou uma grande empresa), e
esta situação melhora de facto a vida das pessoas mas força as grandes
corporações a perderem poder, controle e lucros. E é por isso que
estas empresas forçam os políticos "amigos" a agirem perante esta
situação.

A desculpa é a pirataria de filmes e música, mas as verdadeiras
vítimas seremos todos nós, a democracia e a independência cultural e
informativa do cidadão.

Recentemente, vieram com a ideia que a pirataria de vídeos e música
promove o terrorismo
(http://diario.iol.pt/tecnologia/mapinet-internet-pirataria-terrorismo-crime
-tvi24/1058509-4069.html
)para que seja impensável ao cidadão comum não estar de acordo com as novas regras...

Pense no modo como usa a internet! Que significaria caso a sua
liberdade de escolha lhe fosse retirada?

Hoje em dia, a internet é sobre a vida e liberdade. É sobre fazer
compras online, reservar bilhetes de cinema, férias, aprendermos
coisas novas, procurar emprego, acedermos ao nosso banco e fazermos
comércio.

Mas é também sobre coisas divertidas como namorar, conversar, convidar
amigos, ouvir música, ver humor, ou mesmo ter uma segunda vida.

Ela ajuda-nos a expressarmo-nos, inovarmos, colaborarmos,
partilharmos, ajuda-nos a ter novas ideias e a prosperar... tudo sem a
ajuda de intermediários.

Mas com estas novas regras, os fornecedores de internet escolherão
onde faremos tudo isso, se é que nos deixarão fazer.

Caso os sites que visitamos, ou que nós criámos não estejam incluídos
nesses pacotes oferecidos por estas empresas, ninguém os poderá
encontrar.

Se somos donos de um site ou de um blog e não formos ricos ou tivermos
amigos poderosos, teremos de fechar.

Só os grandes prevalecerão, com a desculpa de que os pequenos não
geram tráfego suficiente para justificar serem incluídos no pacote.

Continuaremos a ter a Amazon, a Fnac ou o site das finanças, mas poucos
mais.

Os telefonemas gratuitos pela internet decerto que acabarão ( como já
se passa nalguns países da Europa) e os pequenos negócios e grupos de
discussão desaparecerão, sobretudo aqueles que mais interessam, os que
podem e querem partilhar a sua sabedoria gratuitamente com o mundo.

Se nada fizermos perderemos quase de certeza a nossa liberdade e uso
livre da internet.

A proposta no Parlamento Europeu arrisca o nosso futuro porque está
prestes a tornar-se lei, uma lei quase impossível de reverter.

Muitas pessoas, incluíndo deputados do Parlamento Europeu que a vão
votar positivamente, não fazem a menor ideia do que isto pode querer
dizer, nem se apercebem das implicações brutais que estas regras terão
na economia, sociedade e liberdade. Estas medidas vêm embrulhadas numa
coisa chamada "Pacote das Telecom´s" disfarçando estas leis de algo
que apenas é relativo à indústria das telecomunicações.

Mas na verdade, tudo não passa de regras sobre o uso futuro da
internet. A liberdade está a ser riscada do mapa.

Nestas leis propostas, estão incluídas regras que obrigam as Telecoms
a informaram os cidadãos das condições em que o acesso à internet é
fornecido. Parece ser uma coisa boa, em nome da transparência, mas não
passa de uma diversão para poderem afirmar que podem limitar o nosso
acesso à liberdade na internet, apenas terão é que informar-nos disso.

O futuro da internet está em jogo e precisamos de agir já para o salvar.

Diga ao Parlamento Europeu que não quer que estas alterações sejam votadas.

Lembre-os que as eleições europeias são em Junho e que a internet
ainda nos dá alguma liberdade para que possamos observar e julgar os
seus actos no Parlamento.

Saiba que não está sozinho(a) nesta luta... Enquanto lê isto, centenas
e centenas de outras organizações estão a trabalhar para que esta
mensagem chegue a quem de direito. Milhares de pessoas estão também a
contactar os seus deputados neste sentido. Ajude-se a si mesmo,
colabore e faça o que pode por esta causa...

A internet é tão sua como deles...

Divulgue esta mensagem o mais que possa...

Pode também escrever aos seus deputados...

Estes são os nossos deputados no Parlamento Europeu:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Deputados_de_Portugal_no_Parlamento_Europeu_(20
04-2009)
ou http://www.europarl.europa.eu/members/expert/groupAndCountry/search.do;jsessionid=69ADF04943C000194117E9C7032EEC31.node1?country=PT&language=PT

Para mais informações sobre a lei:
http://www.laquadrature.net/en/telecoms-package-towards-a-bad-compromise-on-
net-discrimination

http://www.laquadrature.net/wiki/Telecoms_Package
http://en.wikipedia.org/wiki/Telecoms_Package
http://www.blackouteurope.eu/

(Via email, obrigado ao E.D.!)

17 abril 2009

Branqueando a História

"...aquele que conhece o inimigo e a si mesmo, lutará cem batalhas sem perigo de derrota; para aquele que não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, as chances para a vitória ou para a derrota serão iguais; aquele que não conhece nem o inimigo e nem a si próprio, será derrotado em todas as batalhas."
Sun Tzu, século IV AC



O Parlamento Europeu aprovou, com os votos dos parlamentares dos grupos políticos do PS, PSD e CDS/PP, uma resolução que sob o título "Resolução do Parlamento Europeu sobre a consciência Europeia e o totalitarismo", não é mais que uma das maiores tiradas anti-comunistas que já aconteceram na Europa e que vem na sequência de uma outra resolução, mas do Conselho da Europa, sobre a qual já o PCP havia tomado posição e que aqui divulgámos em Janeiro de 2006

É nítido o objectivo de «expurgar» os comunistas da Europa, bem conhecido aliás dos governos checos dos últimos anos.

Aqui fica o texto da resolução do PE, e a declaração de voto de Pedro Guerreiro, eurodeputado do PCP.

16 abril 2009

Apresentação da Declaração Programática do PCP para as eleições europeias

Ilda Figueiredo, cabeça de lista da CDU nas eleições de 2009 para o Parlamento Europeu. Foto: Julia Garlito Y Romo


O PCP apresentou hoje, dia 16 de Abril, a Declaração Programática do PCP para as eleições europeias.


No documento, enunciam-se as linhas mestras do que será o trabalho dos eleitos do PCP no Parlamento Europeu, enquadrados na CDU e inseridos no Grupo da Esquerda Unitária Europeia.

Nesta Declaração pode perceber-se a concepção de projecto europeu que os comunistas portugueses defendem, opondo-se totalmente ao modelo de integração europeia neoliberal, federalista e militarista ao serviço do grande capital e das grandes potências.

Citando o Secretário Geral do PCP na apresentação da Declaração Programática,

"A nossa Europa, não é a sua [do PS] União Europeia da “Estratégia de Lisboa”, da liberalização e privatização dos serviços públicos, do colete-de-forças do Pacto de Estabilidade, do fundamentalismo monetarista do BCE e da financeirização da economia.

A nossa Europa não é a sua União Europeia da liberalização selvagem dos mercados, da regulação por baixo dos direitos laborais e sociais para acentuar a exploração, da flexigurança e da directiva do tempo de trabalho, das ruinosas e destruidoras políticas agrícola e de pesca comuns.

Essa não é a nossa Europa, porque a nossa Europa nunca poderá ser construída contra os trabalhadores e os povos. É por isso que também a nossa Europa, não é a sua União Europeia fortaleza dos campos de retenção para imigrantes. Tal como a nossa Europa é a Europa de paz e não é a sua União Europeia da política externa intervencionista, da militarização e da participação nas guerras imperialistas.

A nossa Europa, não é a União Europeia de Sócrates, nem a de Durão Barroso, nem das forças que o suportam, nem as da sua família ideológica, nem tão pouco de uma certa esquerda federalista que entrega despreocupadamente ao desbarato aspectos essenciais da soberania para reforçar o projecto de integração europeia capitalista e imperialista do directório dos grandes e do capital.

A nossa Europa, a outra Europa porque lutamos – a dos trabalhadores e dos povos –, está aí bem definida na nossa Declaração Programática!"

Veja no site do PCP a intervenção completa do Secretário Geral do PCP, Jerónimo de Sousa.

Declaração Programática do PCP para as eleições europeias

08 abril 2009

Os candidatos da CDU ao Parlamento Europeu



Porque é no Parlamento Europeu que se tomam decisões que afectam as vidas dos portugueses, o voto na CDU é indispensável para defender os nossos direitos, para fazer frente às políticas anti-sociais, como a directiva Bolkenstein, ou simplesmente para que se faça ouvir a voz dos que clamam por mais justiça, democracia e direitos!

Clique na imagem para ver a lista completa da CDU para as Eleições para o Parlamento Europeu




Intervenção de Ilda Figueiredo, cabeça de lista, na Sessão de Apresentação da Lista da CDU ao Parlamento Europeu

Intervenção de António Avelãs Nunes, Mandatário de Campanha