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22 maio 2009
08 abril 2009
A pandilha militarista neo-liberal

O apoio do PS à recondução de Durão Barroso na presidência da Comissão Europeia é uma declaração inequívoca dos seus valores e políticas neo-liberais.
Nenhum português esquece a vergonha do dia em que Durão Barroso serviu café numa reunião de chefes militaristas, reunião essa que serviu de tiro de partida para uma guerra sem razão, sem sentido e ilegal, à margem do Direito Internacional e dos mais essenciais valores de Paz e Democracia. Como aliás o seu maior patrono, George Bush, acabou por reconhecer com um sorriso nos lábios, sem que a consciência lhe pese pelos milhares de mortos no Iraque.
Também nenhum português se pode esquecer do alto patrocínio que Durão Barroso proporcionou, apoiado pelas forças políticas mais conservadoras da Europa, às políticas de desregulamentação selvagem do trabalho, com expoentes de escravidão como é o caso da semana de trabalho de 80 horas(!) ou a possibilidade de uma empresa contratar um trabalhador do espaço europeu e pagar-lhe o salário que for mais atraente: o do país de origem do trabalhador ou o local.
E para que se veja as «paixões» que Durão Barroso desperta, nada como ler este artigo de Vítor Dias, analisando uma reportagem da edição francesa Marianne, no blog tempo das cerejas.
Também se pode ver na imagem seguinte, as emoções que Durão Barroso provoca nas pessoas, desta vez nos ambientalistas da organização Friends of Earth:
31 maio 2007
UGT: o braço sindical dos governos neo-liberais

O secretário-geral da UGT, João Proença, veio a público, em conferência de imprensa, tecer considerações negativas sobre a Greve Geral convocada pela CGTP.
O mais caricato é ouvir as declarações daquele fantoche político, a quase citar, linha por linha, o discurso oficial do Governo, especialmente daqueles dois senhores secretários de estado que foram destacados para a máquina de combate à greve do governo.
Não só a UGT tem sido conivente com todas as decisões dos últimos governos que lesaram os direitos dos trabalhadores (apesar de sempre se fingirem muito indignados, acabam sempre por assinar os acordos e concertações), como desta feita foi ao ponto de «fazer coro» no ataque à justa indignação e luta dos trabalhadores portugueses.
Será que o tal Proença sabe o que é a defesa dos interesses de quem trabalha? Não nos esquecemos que há alguns anos, este mesmo senhor foi alvo de «atenção especial» pelo seu brilhante desempenho à frente da UGT, tendo sido agraciado pelo Governo (na altura Guterres) com uma valorização profissional exclusivamente para si. Caso único no movimento sindical nacional e internacional.
A traição aos trabalhadores tem um nome: UGT. A mentira também: PS.
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